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h) fotocópia do C.P.F;
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l) Contrato de Prestação de Serviços Educacionais, em (2) duas vias, assinadas pelo candidato classificado, quando maior de 18 (dezoito) anos ou, com procuração do seu responsável, quando menor, nos termos da legislação civil, ou, ainda, pelo seu responsável financeiro, contemplando direitos e deveres, inclusive os relativos à semestralidade escolar;

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Nova Política de Educação a Distância no Brasil garante mais qualidade e regulamenta novos formatos de ensino superior

O Governo Federal deu um passo decisivo para transformar a Educação a Distância (EaD) no Brasil. Em 19 de maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, junto ao ministro da Educação, Camilo Santana, assinou o decreto que regulamenta a Nova Política de Educação a Distância. A medida tem como objetivo principal elevar a qualidade da EaD, assegurando infraestrutura adequada, valorização docente e ampliação do acesso à educação superior em todo o país.

EaD no Brasil ganha nova regulamentação
Com foco no estudante e na valorização dos professores, o decreto atualiza o marco regulatório da EaD e cria um novo modelo de ensino: o formato semipresencial. A proposta é diversificar as formas de acesso à educação superior, respeitando diferentes perfis de estudantes e garantindo qualidade acadêmica, independentemente da modalidade.

“O foco é o estudante e a valorização dos professores: a garantia de infraestrutura nos polos, a qualificação do corpo docente, a valorização da interação e a mediação para uma formação rica e integral, independentemente da distância física”, destacou o ministro Camilo Santana.

Novas regras para EaD, semipresencial e presencial
O decreto define claramente os três formatos de oferta de ensino superior:

Presencial: maior parte da carga horária em aulas físicas, podendo ter até 30% de conteúdo EaD.
Semipresencial: mescla atividades presenciais físicas (como estágios e práticas laboratoriais) com aulas síncronas mediadas e conteúdos a distância.
EaD: carga horária majoritariamente a distância, com no mínimo 20% de atividades presenciais ou síncronas mediadas, e provas obrigatoriamente presenciais.
Essa estrutura busca equilibrar flexibilidade e rigor acadêmico, tornando o ensino superior mais acessível e ao mesmo tempo mais comprometido com a formação de qualidade.

Cursos proibidos na modalidade EaD
A nova política também define limites claros para a EaD. Por exigirem atividades práticas e estágios presenciais, os cursos de medicina, direito, enfermagem, odontologia e psicologia só poderão ser ofertados no formato presencial. Outros cursos da área da saúde e licenciaturas também ficam restritos ao presencial ou semipresencial.

As instituições terão até dois anos para se adequar às novas regras, garantindo transição responsável e o direito dos estudantes já matriculados.

Atividades síncronas, assíncronas e presença obrigatória
A política padroniza os termos usados no ensino a distância:

Atividades presenciais: estudante e professor no mesmo local e horário.
Atividades síncronas: aulas ao vivo com participação simultânea, mas em locais distintos.
Atividades assíncronas: conteúdos acessados em horários diferentes.
Síncronas mediadas: interações em tempo real com grupos reduzidos, controle de frequência e apoio pedagógico.
Além disso, será exigida pelo menos uma avaliação presencial por unidade curricular, com peso relevante na nota final — uma medida que reforça a seriedade da EaD.

Valorização dos professores e infraestrutura nos polos
Outro destaque do decreto é a valorização do corpo docente, com exigência de proporção adequada de professores por número de alunos e criação do papel do mediador pedagógico — um profissional com formação compatível com o curso e atribuições exclusivamente educacionais.

Os polos EaD também terão que comprovar infraestrutura física e tecnológica adequadas, incluindo laboratórios e espaços para estudo, o que representa um grande avanço na regulação da qualidade da oferta.

Política construída com diálogo e participação
A Nova Política de EaD é resultado de um amplo processo de escuta e construção coletiva. Foram realizadas 20 visitas técnicas e diversas reuniões com especialistas, entidades representativas da educação superior, movimentos sociais, estudantes e órgãos como o CNE, Inep, Capes e as secretarias Sesu e Setec.